13 outubro 2006

Libertas quæ sera tamen!

Voto de Castidade

A Deusa da Coragem,

Que deixa o cérebro sem a tal da lavagem...



O minha doce e amada Deusa.

Por ti compadeço...

Por ti me entristeço,

mas és minha Deusa, tu ainda é.

Ô minha saudosa, calorosa, e Deliciosa Deusa!

És má!

pois por ti mato com mais facilidade

Sem dor!

Sem vontade!

Este meu lado que exige ser atrelado ao cavalo do lado!

Pois por ti tomo chuva, sorrindo do frio.

na tentativa de não morrer,

de dor e desespero

vou de encontro,

ao Nirvana,

tu me levas, ao Nirvana,

mas, sempre, será minha Desusa;

Não importa o regaço que devemos ou deveríamos estar,

Somos todos filhos desta cruel realidade.

Onde nunca vai existir Liberdade!

Onde minha verdadeira Deusa

eu nem sei onde está.

Ô minha doce Deusa,

Ainda assim, sendo má,

Sou fiel a ti, ate quando a vontade se der fim!

Pois prefiro saber da cruel realidade,

do que nunca ter sido despertado da própria realidade.



Aos meus Caríssimos Rafaelle, Max, Rafael Mendonça.

Obrigado pela noite de 09 outubro de 2006






Desejo por este lugar, a cada dia que passa sem graça, esta praça, continua existindo...

queria estar junto a este ponto, pois até o céu de agora me traz saudades

quando nesta mesma praça encontrei,

pelo menos penso que sim,

a tão sincera e famosa Liberdade!